Mesa com panela de arroz, pratos quase vazios, um copo d'água e uma Bíblia aberta, sob a luz da janela

Sermão Fácil

Privacidade no Sermão Fácil

As páginas abertas você lê sem cadastro e sem deixar nada. O que está escrito aqui vale para o aplicativo, onde você entra pelo Google, pela Apple ou por link no e-mail, e para a página de planos, onde você assina. As regras de uso, dos planos e do aplicativo estão nos termos de uso.

Atualizada em 21/10/2026.

O que guardamos

Seu e-mail, que é como você entra, sem senha: pelo link que chega no e-mail, pelo botão do Google ou pelo botão da Apple. Quando você escolhe o Google, ele nos envia o seu e-mail, o seu nome e o endereço da sua foto de perfil, e nada além disso. Quando você escolhe a Apple, ela envia o seu e-mail e, só no primeiro acesso, o seu nome; se você usa "Ocultar meu e-mail", chega um endereço de repasse da Apple, e é por ele que você entra e é para ele que o e-mail vai. Nome, igreja e cidade, se você preencher o perfil (os três são opcionais). Suas preferências: a denominação da sua igreja e a tradição que orienta a escrita, a duração, o público, o formato e a profundidade. Os sermões que você escreveu, com a conversa de cada um: o que você pediu e o que o assistente respondeu. Os arquivos que você anexar (anotações, documentos, fotos e áudios) e o texto lido deles. As imagens criadas para os slides, quando você pede. As datas em que você marcou que pregou. A sua escolha sobre compartilhar os esboços na biblioteca da comunidade, a data em que você respondeu a esse aviso no aplicativo, a data em que você religou o compartilhamento, se tiver desligado antes, e os sermões que você marcou como particulares. A nota que você dá, na pesquisa rápida, aos sermões prontos da biblioteca que usou ou adaptou (ruim, razoável ou bom). E de onde você chegou na primeira visita, quando o link trazia essa informação, inclusive o código do anúncio em que você clicou, se foi por um.

Se você assina, guardamos também o seu plano: qual é, as datas de início e de renovação, até quando está pago, a situação (ativo, atrasado, cancelado ou encerrado) e o uso do mês, isto é, quantos sermões prontos e quantos sermões seus você já usou. De cada compra e de cada cobrança, guardamos o plano, o valor, a forma de pagamento (Pix ou cartão), as parcelas, as datas, a situação e os códigos do cliente e da cobrança no Asaas. E a origem da compra, quando o link trazia essa informação: a campanha (os parâmetros utm do endereço), o código do clique no anúncio, a página por onde você chegou e o site de onde você veio. O seu CPF (ou o CNPJ, quando quem paga é a igreja) não fica no nosso banco, nem o número, a validade ou o código de segurança do cartão: do cartão, guardamos no máximo a bandeira e os quatro últimos dígitos, que o Asaas nos devolve. No pagamento com cartão, guardamos também, por uma hora, um resumo do endereço de internet de onde ele veio, feito com uma chave secreta (explicado mais abaixo).

Se você assina pelo aplicativo do iPhone, guardamos o que a Apple nos responde sobre a assinatura: o número da compra, o plano, as datas, se renova, a situação (paga, renovada, cancelada ou reembolsada) e o preço cobrado. A Apple não nos manda os dados do pagamento nem o e-mail do seu ID Apple.

Se você assina pelo aplicativo Android, guardamos o que o Google Play nos responde sobre a assinatura: o código da compra, o número do pedido, o plano, as datas, se renova, a situação (paga, em cobrança, pausada, cancelada ou reembolsada), o país da sua conta Google e o preço cobrado. O Google Play não nos manda os dados do pagamento nem o e-mail da sua conta Google.

Inteligência artificial

O que você pede no aplicativo é processado por um provedor de inteligência artificial, que é quem escreve o esboço e o sermão. Vai para ele o seu pedido, as mensagens recentes da conversa daquele sermão, o texto do sermão quando ele está sendo escrito ou ajustado, o texto lido dos arquivos que você anexou e as suas preferências (da sua igreja, vai só a tradição que orienta a escrita). Não vai o seu e-mail, o seu nome, o nome da sua igreja, a denominação nem a sua cidade.

Antes do envio, a cópia que sai passa por uma limpeza: o sistema procura e apaga e-mail, telefone, CPF, CNPJ e endereço de site, no texto, no título do sermão e no nome dos arquivos. É busca por formato, então ela não alcança tudo: por isso a tela pede que você não escreva nome nem dado de saúde ali. O que você escreveu continua inteiro aqui, no seu sermão.

Para ler um arquivo anexado, o PDF e a foto vão inteiros para o provedor de inteligência artificial que faz a leitura, por um link que vale uma hora. O endereço desse link leva um código interno da sua conta, uma sequência de letras e números que não traz o seu nome nem o seu e-mail. O áudio gravado vai para a Cloudflare, que faz a transcrição. A limpeza vale para o texto que volta dessa leitura, e não para o arquivo. Por isso, anexe anotações de estudo, e não documento pessoal.

Para falar em vez de digitar, o aplicativo usa o ditado do próprio navegador quando ele existe: no Chrome, a sua voz vai para o Google; no Edge, para a Microsoft. Isso acontece entre você e o navegador, e para nós chega só o texto que aparece no campo. Quando o navegador não tem ditado, ou quando o ditado dele falha, o áudio é gravado e segue o caminho do arquivo anexado, acima.

Quando você pede imagens para os slides, vai para o provedor de imagens só uma descrição da cena, escrita sem nome de pessoa. Antes de chegar a você, cada imagem criada vai para o provedor que escreve os sermões, que confere se ela segue a regra do telão (sem cruz, sem texto, ninguém encarando a câmera). As imagens ficam guardadas na sua conta.

Nos roteiros de cerimônia, os nomes que você digita nos campos de nome ficam só no nosso servidor. O provedor escreve o roteiro sem saber de ninguém, e os nomes entram no texto depois, já do nosso lado.

Nada da compra vai para a inteligência artificial: nem o seu nome, nem o CPF ou o CNPJ, nem o celular, nem o plano ou a forma de pagamento.

Desde 08/10/2026, o provedor que escreve os sermões não usa o que recebe para treinar os modelos dele, em nenhum tipo de sermão: é a regra do serviço que contratamos. Até essa data, em pregação e estudo comuns, usávamos a modalidade mais barata de outro provedor, e nela ele podia usar o que recebia daquele sermão (o pedido, a conversa, o texto do sermão e o texto lido dos arquivos) para melhorar os modelos dele. Cerimônia, e tudo o que parecia falar da vida de alguém (luto, doença, família, conflito), já ia pela modalidade em que o provedor não treina com o conteúdo.

Com quem compartilhamos

Com quem faz o serviço funcionar, e só com esses: o Supabase, onde fica o banco de dados, os arquivos e o envio do link de acesso, e por onde os slides passam até a TV da igreja; a Cloudflare, que serve o site e transcreve os áudios; os provedores de inteligência artificial que escrevem, leem os arquivos e criam as imagens, nas condições acima; o Google ou a Apple, só quando você escolhe entrar por um deles, para confirmar quem você é; o Asaas, que processa o pagamento, quando você assina pelo site; a Apple, quando você assina pelo aplicativo do iPhone; e o Google Play, quando você assina pelo aplicativo Android. O ditado do navegador, quando você fala em vez de digitar, é do Google ou da Microsoft, como está acima. Não vendemos os seus dados e não os passamos para anunciante nenhum.

O Asaas é a empresa brasileira de pagamentos que faz as nossas cobranças. Na compra, vão para ele o seu nome, o seu e-mail, o seu CPF ou CNPJ, o seu celular (se você informar), o plano e o valor, e o código interno da sua conta no Sermão Fácil, como referência do cliente, para o aviso de pagamento chegar à conta certa. No Pix, o código para pagar é criado por ele e aparece na nossa tela.

Na assinatura pelo aplicativo do iPhone, quem cobra é a Apple, pela App Store. Vai para ela, junto da compra, o código interno da sua conta no Sermão Fácil, para a assinatura chegar à conta certa. O nosso servidor pergunta à Apple a situação da assinatura e recebe os avisos dela (renovação, cancelamento, reembolso).

Na assinatura pelo aplicativo Android, quem cobra é o Google Play. Vai para ele, junto da compra, o código interno da sua conta no Sermão Fácil, para a assinatura chegar à conta certa. O nosso servidor pergunta ao Google Play a situação da assinatura e recebe os avisos dele (renovação, cancelamento, reembolso).

No cartão, você digita os dados do cartão na nossa tela de pagamento, e o nosso servidor os manda direto para o Asaas: o número, a validade e o código de segurança passam pelo nosso servidor só no caminho até o Asaas e não ficam gravados em lugar nenhum do Sermão Fácil, nem no banco, nem nos registros do servidor. Do cartão, guardamos no máximo a bandeira e os quatro últimos dígitos, que o Asaas nos devolve, para você e o atendimento reconhecerem o pagamento. Junto do cartão vão para o Asaas, porque ele pede para processar a cobrança, o nome impresso no cartão e o CPF ou CNPJ, o CEP, o número do endereço e o celular de quem é o cartão; eles também não ficam no nosso banco. Se o seu banco pedir uma confirmação do pagamento, ela é feita na página do próprio banco.

Vai ainda para o Asaas o endereço de internet (o IP) de onde você pagou no cartão, que ele usa na análise contra fraude. Aqui, o endereço não fica gravado: o pedido guarda só um resumo dele, feito com uma chave secreta que só o nosso servidor tem, e apagado depois de uma hora. Esse resumo serve para uma coisa: frear quem tenta muitos cartões seguidos, contando as tentativas da última hora.

O CPF ou CNPJ fica só no Asaas; nós guardamos o código de cliente que ele nos devolve, para você não precisar digitar de novo na próxima compra no Pix (no cartão, o Asaas pede o CPF ou CNPJ de quem é o cartão toda vez). O Asaas nos avisa quando um pagamento é confirmado, atrasa ou é devolvido, e é por esse aviso que o seu plano é liberado ou muda de situação. O que ele faz com os dados dele está na política de privacidade do próprio Asaas.

O Supabase, a Cloudflare, os provedores de inteligência artificial, o Google e a Apple processam dados fora do Brasil, então os seus dados saem do país para que o serviço funcione.

O sermão que você prepara é seu e fica na sua conta. O esboço dos seus sermões de pregação pode entrar na biblioteca de esboços da comunidade, no site, se o compartilhamento da sua conta estiver ligado: sai só a estrutura (o título, a ideia central, a referência dos versículos e o título e a tese de cada ponto), sem o seu nome, a sua igreja nem a sua cidade. Para conferir isso, o nosso servidor compara o esboço com o nome, a igreja e a cidade do seu perfil antes de publicar; essa comparação não sai da nossa máquina, e esses dados não vão para o site. O compartilhamento nasce ligado, e você desliga em Sua conta ou deixa um sermão de fora com "Marcar como particular". As regras completas estão nos termos de uso.

Cookies, rascunho e medição

Os cookies que usamos servem para manter você conectado no aplicativo e, na página de planos, para trazer você de volta a ela depois de entrar. Não há cookie de publicidade e não há rastreador de terceiros.

Nas páginas dos sermões prontos contamos quantas vezes cada página foi aberta e os votos de "Este esboço ajudou?". Fica só o total de cada sermão por dia: nenhum cookie, nenhum endereço de rede gravado e nada que diga quem leu ou votou. O seu aparelho guarda, só nele, que a página já foi contada nesta aba e que você já votou naquele esboço, para nada contar duas vezes; essas marcas não vêm para nós. É com esses totais, e com as notas dos pastores, que o site mostra os mais lidos e ordena a biblioteca.

O que você digita no aplicativo e ainda não enviou fica guardado no seu próprio aparelho, para o texto não se perder se a aba fechar ou se o link de acesso abrir noutra aba. Esse rascunho não vem para nós. O que você escolhe numa página do site antes de entrar vale por 24 horas: depois disso deixa de valer e é apagado na próxima vez que você abrir o aplicativo. O que você escreve dentro da conta fica até você enviar, apagar o texto ou sair da conta. Para o nosso banco vai a mensagem que você envia.

Os sermões que você abre no aplicativo também ficam guardados no seu aparelho, até os dez mais recentes, para o púlpito abrir quando faltar internet na igreja. Essa cópia fica só no aparelho e sai quando você sai da conta ou apaga a conta.

Quando você manda os slides para a TV, o texto e o desenho dos slides passam pelo Supabase até a tela da igreja, sem ficar guardados lá, e nunca levam as notas do púlpito nem os dados da sua conta. Para a lista mostrar as telas do mesmo Wi-Fi, o servidor usa na hora o endereço de internet do aparelho, transformado num nome que não revela o endereço, e não guarda o endereço. O seu aparelho guarda, só nele, as telas que você já usou, e a TV guarda no navegador dela a chave da tela. Pela lista do Chrome, quem leva a página até a TV é o próprio navegador.

Dentro do seu sermão guardamos a data e a hora de alguns passos, como quando o esboço ficou pronto e quando o sermão terminou de ser escrito. Cada data é gravada uma vez só e serve para contar, em números somados, em que ponto as pessoas param. Olhamos o total, não sermão por sermão.

Atendimento

Para atender você, o responsável pelo Sermão Fácil usa um gerenciador interno, fora do site público, que só abre para quem é administrador. Nele aparecem o e-mail da sua conta e o que você preencheu no perfil (nome, igreja e cidade); o seu plano, o uso do mês, os pedidos e os pagamentos; quantos sermões você fez em cada mês (o número, não o texto); a data da sua última entrada; de onde a sua conta veio (o canal, como anúncio ou busca, os parâmetros utm do link, a página por onde você chegou e só o nome do site de onde você veio); e as anotações do atendimento. É por ele que se corrige um limite, se cancela uma assinatura ou se devolve um pagamento, e toda ação feita nele fica registrada, com quem fez e quando.

Quando você denuncia um texto ou uma imagem que a inteligência artificial fez, a denúncia chega a esse gerenciador com o motivo que você escolheu e o que você escreveu, e o responsável abre aquele sermão para ver o que foi denunciado. Só aquele: os outros sermões da sua conta continuam fechados.

Quem responde e por quê

Quem trata os seus dados é o Sermão Fácil. Tratamos o que está nesta página para executar o serviço que você contratou (preparar e guardar os seus sermões, liberar o seu plano e contar os limites do mês), para cumprir a lei, que manda guardar os registros de pagamento, e para manter o serviço seguro e de pé, que é interesse legítimo nosso e seu. O esboço que entra na biblioteca da comunidade sai pela permissão que você dá nos termos de uso, e você a retira quando quiser, desligando o compartilhamento.

Quanto tempo guardamos

Seus sermões e o seu perfil ficam até você apagar.

Os registros de pagamento ficam pelo prazo que a lei pede, mesmo depois que você apaga a conta: de cada compra e cobrança, o e-mail usado nela, o plano, o valor, a forma, as datas e a situação (no cartão, também a bandeira e os quatro últimos dígitos), e o histórico do plano. Eles deixam de estar ligados à sua conta, que não existe mais, e servem só para a contabilidade, para a lei e para responder a uma contestação de pagamento.

Também fica, depois que você apaga a conta, o registro do atendimento sobre ela: as ações feitas no gerenciador (o que mudou, quem fez e quando) e as anotações do atendimento, sem o seu CPF ou CNPJ. Ele serve para mostrar o que foi feito na sua conta se houver dúvida ou contestação depois.

De vez em quando o responsável pelo Sermão Fácil tira uma cópia de segurança do banco e a guarda fora do site. Ela serve para uma coisa só: recuperar o serviço se o banco falhar. Não é cópia automática e não tem prazo combinado de guarda. Quando você apaga, os seus dados saem do banco na hora, menos os registros de pagamento e o registro do atendimento, acima, e não entram em cópia nova.

Seus direitos

Você pode acessar os seus dados, corrigir o que estiver errado, apagar tudo e levar os seus sermões com você. O perfil você edita e o sermão você lê e copia dentro do aplicativo, a qualquer hora.

Como apagar seus dados

Cada sermão você apaga dentro do aplicativo, em Meus sermões: ele sai da sua lista e deixa de ser entregue. Para apagar tudo de uma vez, abra Sua conta e use "Apagar minha conta": o seu perfil, os seus sermões, as suas notas e o uso do seu plano saem do nosso banco na hora, e não tem volta. Apagar a conta cancela a assinatura feita pelo site. A assinatura feita pela App Store ou pelo Google Play não se cancela assim: ela se cancela na própria loja. Ficam só os registros de pagamento, pelo prazo da lei, e o registro do atendimento, como está acima.

O rascunho guardado no aparelho sai quando você envia a mensagem, quando sai da conta e quando apaga a conta. O que veio de uma página do site antes da entrada deixa de valer em 24 horas e é apagado na próxima vez que você abrir o aplicativo.

O passo a passo, também sem o aplicativo, está em apagar a conta.

Quem é o responsável

Quem responde pelo Sermão Fácil, e quem trata os seus dados, é 43.516.730 Lucas Pinheiro da Silva, CNPJ 43.516.730/0001-52. Endereço: Capoeiras, Florianópolis, SC, CEP 88090-200. Para falar com ele: contato@sermaofacil.com.

Perfil, sermões e exclusão de conta você resolve dentro do aplicativo, em Meus sermões e em Sua conta. Não há atendimento por WhatsApp nem por telefone.